quarta-feira, 25 de Novembro de 2009


quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

é sempre difícil calar. até um blog (mas alguém tem de o fazer).



e podia dizer-te que o dia está cinzento. e que se as pessoas podem ficar pequenas (mas nunca os sonhos). mas não. o inteligente é calar uma desilusão.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar se não tens ninguém a quem te puder dar





Longe daqui,
Tens um segredo guardado,
Para abrir,
Num lugar mais desejado,
Num lugar onde possas saber,
Que por ser segredo não podes dizer;

Serás tu a sombra que olhas no chão,
Serás a promessa que trazes na mão,
De que serve o teu disfrace e o teu secreto olhar,
Se não tens ninguém a quem te revelar,
Serás o silêncio ou um sonho desfeito,
Será teu o grito que arrancas do peito,
De que vale teres a Lua e o Céu inteiro para voar,
Se não tens ninguém a quem te puder dar;

Longe daqui,
Tens um desejo fechado,
Para abrir
Num lugar mais arejado,
Num lugar onde possas saber,
O que há já muito tempo ficou por dizer;

Serás tu a sombra que olhas no chão,
Serás a promessa que trazes na mão,
De que serve o teu disfrace e o teu secreto olhar,
Se não tens ninguém a quem te revelar,
Serás o silêncio ou um sonho desfeito,
Será teu o grito que arrancas do peito,
De que vale teres a Lua e o Céu inteiro para voar,
Se não tens ninguém a quem te puder dar;

Fixaste o teu olhar no meu,
Ficaste longe daqui,
Tu estás longe de ti,
Tão longe de nós,
Corres para te salvar,
Noutro lugar;

Serás tu a sombra que olhas no chão,
Serás a promessa que trazes na mão,
De que serve o teu disfrace e o teu secreto olhar,
Se não tens ninguém a quem te revelar,
Serás o silêncio ou um sonho desfeito,
Será teu o grito que arrancas do peito,
De que vale teres a Lua e o Céu inteiro para voar,
Se não tens ninguém a quem te puder dar;

sábado, 7 de Novembro de 2009

encerramos ao fim-de-semana.


B Read


sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

escrevi o teu nome no vento.



Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha dum esquecimento
Que no vento se perdia

Ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
Dos elos do teu carinho

Em vez de ir longe levá-lo
Longe, onde o tempo o desfaça
Fica contente a gritá-lo
Onde passa e a quem passa

Pobre de mim, não pensava
Que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
Por esse nome que é teu

E quando o vento se agita
Agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
Mas cada vez há mais vento

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

sábado, vou fixar o tempo.



terça-feira, 3 de Novembro de 2009

obrigado.




do site do My Space do António Sérgio foi possível fazer uma selecção musical do que mais agradou ao histórico radialista. é este o conteúdo do 10º espisódio do Ipod Ouvir. um espécie de obrigado pessoal.

nb- para quem não sabe ainda o que é um podcast e como subscrever (espero que poucos) aqui fica uma dica 

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